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[ESPECIAL] Primeiro contato com THE LAST OF US em 2026!

Atualizado: 29 de abr.

TLOU 1

Sim, vocês não leram errado. É a primeira vez que tenho contato com o jogo: nunca joguei desde 2013, nem o I, nem o II em 2020, nem assisti à série. E por quê? Um ranço por “medo” de zumbis e total bloqueio criado na minha cabeça pelo jogo, por ser sempre muito “modinha”.


Mas o que me fez mudar? Simplesmente o PS5 e meu amadurecimento pessoal. Como enorme fã da PlayStation, sempre acompanhei todos os jogos single players e todas as histórias profundas e lindas que a PS faz. E TLOU era uma grande pendência. Porém, a dificuldade de platinar o game de 2013 também me afastava, isso por gostar muito de platinar jogos que eu amo. Ou seja, no meu subconsciente eu já esperava amar o game e não queria sofrer super para platinar kkkkkk irônico né!?


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Por isso, o lançamento de 2023 (o polêmico remake de TLOU I) e a remodelagem dos troféus me fizeram tomar uma decisão: quando eu comprar meu PS5 vou jogar. E aqui temos outro choque nos leitores… 2025 e eu não tinha um PS5!!


Após tudo isso, em dezembro de 2025, eu comprei meu PS5 e agora em março de 2026 comecei essa jornada em The Last of Us. E que experiência…


Uma jornada cativante e muito profunda. Vou chover no molhado na minha análise sobre o game, mas cada experiência é diferente. Comecei o jogo pensando que iria passar muito medo, que talvez fosse travar ou dropar do game, mas isso não aconteceu em nenhum momento.


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O início é impactante. A morte da filha do Joel é triste, pega na alma e a construção de pai triste é mais realista e mais palpável com o nosso dia a dia. Passado os 20 anos, como esse trauma evoluiu em um pai solitário em um mundo pós apocalíptico? Louco pensar que ele conseguiu seguir em frente e lutar por uma causa firmemente. Até que a Ellie entra na vida dele, tocando no trauma que ele não queria mais lembrar. E essa construção da relação dos dois é fluida, é original, é despretensiosa e linda. Eles se aproximam pela esperança de salvar o mundo e por uma causa em comum.


Tudo que acontece pelo caminho você se sente fazendo parte do game. Quando Sam é infectado e rapidamente tudo acontece, atacando Ellie, seu irmão matando ele, e se matando… tudo em 30 segundos de take e com corte seco da cena… ABSOLUTE CINEMA!!


absolute cinema

Após isso, até a reta final do game, eu nem sentia cansaço com o jogo, não queria que acabasse logo, queria mais e mais desenrolar. O final eu não esperava ser o final. Quantas nuances, quantas possibilidades, quantas camadas temos nas atitudes do Joel e no sexto sentido de Ellie. Afinal, temos um novo Joel no fim do game ou ainda o mesmo Joel que se culpa para proteger sua garotinha?


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Nem preciso falar sobre gameplay, sobre como o uso do Dualsense faz a diferença em relação aos games de PS4, mas o uso do Dualsense vem de forma controlada e contida, não revolucionária. O gatilho é adaptável a cada arma, com maior firmeza ou não, é possível sentir, mas a diferença é sutil, tanto que durante o combate você acaba nem percebendo mais. O item com maior diferença aqui é o arco e flecha, a tensão é muito perceptível, muito realística - mas foi a arma que menos usei kkkkry. Em resumo, o Dualsense em TLOU I Remake é refinado, mas conservador.


A busca por coletáveis e insumos é gostosa e também traz uma sensação de imersão. Não há aqui uma super mega blaster inovação, e a qualidade e coesão do game com história e gameplay são a chave de ouro. 


Minha recomendação é: apenas JOGUEM! Agora o que me resta é buscar a platina e emendar com TLOU II, porque não há outra opção.


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