[REVIEW] Vale a pena logar para Crawlers: The Turbo Wildcard from Vampire Survivors?
- Edu Oliveira

- 4 de mai.
- 3 min de leitura

Vampire Crawlers não é uma sequência, mas sim um spin-off do excelente shoot 'em up e roguelike, Vampire Survivors.
O novo game da Poncle, desenvolvedora e publicadora, nos apresenta armas, personagens e mapas já conhecidos, mas de uma perspectiva diferente, literalmente.
Ação em primeira pessoa, Vampire Crawlers é um roguelike e deck-builder com um combate rápido, quase automático, que troca as hordas frenéticas por levas de inimigos que nos obrigam a ser mais estratégicos, mas sem perder o combate estimulante e viciante.
NADA DE NOVO SOB O SOL Revisitamos mapas como Fábrica de Laticínios, Ala Oeste da Biblioteca e Biblioteca Embutida, e com ‘Rastejantes’ que já são da família. E os itens, armas e passivas dão lugar para as cartas com diferentes ativações, combos e fusões. Mesmo ‘reciclando’ material antigo, o game consegue inovar muito além do deck-builder.
O que antes era um amontoado de estímulos e possíveis gatilhos de epilepsia dá lugar ao sucinto jogo de turnos de montar combos com cartinhas... Nada disso, Vampire Crawlers ainda é um Porygon 2.0.

PROGRESSÃO AZEITADA Imagina que você coloca um fio de azeite em uma panela. Esse fio é o player, bem no meio, jogado lá com um breve tutorial. Aí você mexe a panela de um lado, mexe do outro e, quando vê, a panela já está tomada por aquele pequeno fio de azeite.
E é exatamente isso que acontece na progressão do game. Não há altos e baixos, nem grandes obstáculos na jornada.
Tudo se aprende automaticamente. Nenhuma carta tem uma explicação ou ação difícil, todas são bem literais e, com isso, você, aos poucos, consegue combinar e criar combos infinitos, com multiplicadores e mana infinitos. Isso com qualquer - falo sério - qualquer boneco do game. Você começa com pequenos combos monótonos e depois de uma hora está explodindo os inimigos na tela e você nem percebe. AFINAL, COMO É A GAMEPLAY? Uma pergunta simples, com uma resposta mais simples ainda que até pode parecer complexa, mas não é. O jogo tem alguns tipos de cartas, são elas: personagens (azul-petróleo), ataques (vermelho), defesas (azul), bônus de atributos (amarelo), geradores de mana (roxo), cartas curinga (branco/especiais) e cartas temporárias (preto).
Lendo, até pode parecer uma quantidade absurda e uma difícil administração, mas prometo, é um passeio do parque. Os combos, que ativam multiplicadores, são feitos de forma crescente: se eu jogar uma carta de custo de mana zero, só poderei combar com uma carta de custo 1 de mana e após com 2 de mana, e assim por diante. As cartas curingas deixam o multiplicador ativo e posso voltar para cartas de custo zero, um e etc.
Cada multiplicador acrescenta dano às cartas de ataque, mas também pode aumentar as de defesa e demais atributos. E entre nós... é uma D E L Í C I A ver seu combo subindo e vindo mais cartas, e mais cartas, e mais, e mais. Até você se perder no seu baralho.
Um pequeno adendo: caso você esteja só em uma run de farm, é possível apertar quadrado, no PlayStation, para que o jogo jogue suas cartas, mas ele não irá realizar combos, muito menos priorizar alguma carta.

VALE A PENA LOGAR PARA VAMPIRE CRAWLERS? Com toda certeza! Até o momento em que escrevo essa review, é a principal surpresa de 2026 para minha pessoa. Posso até parecer maluco, mas Vampire Crawlers superou Vampire Survivors. Aguardo ansiosamente por DLCs e que o grande público jogue.
Mas não se enganem, eu amei Vampire Survivors, foi um dos meus favoritos de 2025, mas seu spin-off inova com o que já tinha e isso é raro hoje em dia. 5 logadas para Vampire Crawlers.
P.S: O preço do jogo está localizado, paguei apenas R$ 28,00 reais nele, jogo bom e com valor hiper acessível, não perca a oportunidade do víc... dos combos.

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